sexta-feira, 27 de novembro de 2009

sábado, 7 de novembro de 2009

CHORO DE TRISTEZA

NUNCA MAIS PODEREI ESQUECER

Por mais que queira
Transformar o amor num acto trivial
Contigo não consigo.

Foram demasiados belos os momentos,
Surpresas raras, sonhos impossíveis
Que tu me ofereceste.

E tudo isso que me deste
Nunca mais poderei esquecer

terça-feira, 3 de novembro de 2009

UM DIA DIFERENTE PARA MINHA ESPOSA





Estamos casados há 20 anos e eu e minha esposa sempre tivemos uma vida sexual normal como todos os casais. Acontece que minha esposa sempre teve alguma relutância em chupar o meu caralho, embora por vezes o faça de uma forma atabalhoada, sem jeito e como que a medo. Há uns tempos para cá que a fantasia de ver minha esposa fazer sexo com outro homem me enchia o pensamento. Sempre quis proporcionar-lhe mais prazer. Ela com sua educação rígida sempre me disse que não, que nunca iria foder com outro, pois eu já a satisfazia muito e ela não sentia essa necessidade. No entanto, permitia nas nossas sessões que eu a imaginasse (e até ela se imaginasse) sendo comida por outro homem.

Um belo dia convidei-a para irmos a um clube de Swing. Inicialmente recusou mas talvez por curiosidade a pouco e pouco acabou por ceder. Fomos num Sábado à noite e assim que entrámos, ela que é muito bonita, cheiinha e com um corpo muito sensual, logo despertou os olhares masculinos (e até femininos). Entrámos numa sala onde alguns casais faziam sexo e notei que um homem passou a mão nas coxas dela. Como reacção, quis sair dali dizendo-me que não estava a gostar da situação, sentindo-se incomodada. Insisti para que ficássemos mais um pouco e aproveitasse o momento. Ela foi relaxando e a visão dos casais que fodiam e gemiam foi-lhe dando tesão. Percebi que a sua respiração ficou mais ofegante e ela sem pensar virou o rosto para um homem aparentemente quarentão como nós que lhe estava metendo a mão por baixo da saia curta e justinha que realçava as belas pernas bem torneadas e deu-lhe um beijo como há muito tempo já não me dava a mim. Vendo-a assim, o meu caralho parecia que ia explodir dentro das calças. Voltámos à nossa mesa e comentámos o facto. Ela disse que estava com muito tesão e queria que aquele estranho a possuísse. Então chamei o Rui (nome fictício que irei dar a esse nosso amigo) à nossa mesa e disse-lhe o que pretendíamos. Saímos dali a caminho de nossa casa. Assim que chegámos, o Rui foi tomar um banho e logo de seguida minha esposa também foi. Tomaram banho juntos enquanto se beijavam e se roçavam. Eu masturbava-me olhando aquela cena maravilhosa. O que mais me impressionou foi o tamanho do caralho do Rui que em estado de repouso, era o dobro do meu!!! Depois do banho, Rui enxugou-a e ela a ele. Saíram da casa de banho em direcção à cama, ela passou do meu lado com um sorriso maroto, perguntando-me se eu permitiria aquilo sem ficar com ciúmes, e eu disse que este era o meu maior sonho sexual. O Rui olhou-me também e agradeceu-me dizendo: “- A tua mulher é muito sensual e muito linda e vai ter muito prazer hoje. Muito obrigado por me darem o privilégio de a poder possuir”. Chegados ao quarto, o Rui deitou-se de costas na cama e pediu a minha esposa que o chupasse. Qual não foi a minha surpresa ao vê-la atendê-lo prontamente, sem dizer nada, pegou naquele caralhão na mão e foi direccionando-o à sua boca dizendo: “- Isto sim é um caralho que dá prazer em chupar”. Naquele momento fiquei com mais tesão ainda, uma vez que ela estava com o pixotão de um estranho na boca e chupava-o com muita vontade e maestria. Dizia eu que o meu pau ela não gostava de chupar, mas aquele era irresistível e não tinha como negar. Em poucos minutos o margalho do meu amigo estava duro enorme e grosso e já quase não cabia na boca da minha mulher. Rui começou a gemer e a dizer que se vinha se ela continuasse aquele broche e daquela maneira. Ela continuou sem parar a chupar e a bater-lhe punheta e então causou-me outra surpresa. Deixou-o esporrar-se todo na boca dela e ainda ficou chupando aquele caralhão depois de se ter vindo. Chamou-me de seguida e disse gemendo de prazer: “Vem beijar-me, meu querido corno, era isto que queiras? Então beija-me esta boquinha toda esporrada”. Beijei-a sofregamente com aquele gosto de esporra escorrendo da sua boca. Entretanto Rui passava a língua na sua rata e ela ofegante sem resistir ia gemendo doces palavras: “Amor, esse cabrão chupa tão bem que estou quase a vir-me...”. De repente ela parou de me beijar e gritou para o meu amigo. “- Não pares agora, não pares que eu estou quase……..ai! ai! ai! ai! ai! ai! ai! ai! ai! Tão bommmmm…ui! ui! que me venho…. Caraaaaaaaaaalhooooooooo….que bommmmmmmmmm”. Recompôs-se deste tão prolongado orgasmo e em gritos e gemidos de prazer rogou-lhe que a penetrasse, mas queria que eu pegasse no caralho dele e o metesse na sua cona. Eu peguei então naquele caralhão e dirigi-o à porta da rata de minha esposa que até então tinha sido só minha. Comecei a pincelar a entrada massajando aquela grutinha molhadinha e ela pediu para o enfiar logo, pois não aguentava mais com desejo de conhecer o sabor daquela matraca. Então afastei-me e o Rui começou a enfiar a cabeça na cona da minha esposa. No início Ela pediu-lhe para meter devagar pois aquele pintão entrava nela como se ainda fosse virgem. Dali a alguns minutos ela estava com o caralho grosso de outro homem inteirinho dentro dela. Começou a gritar de gozo: “- Ai que delícia de caralho, que luxúria que me fode tão bem……foooodaaaaaaa-se caralhooooooooo, isso sim é que é um pinto de verdade…… Se eu soubesse que era tão bom e o que eu estava perdendo já tinha realizado este teu desejo há muito tempo”. Juro que me vim só de ver e ouvir aquilo tudo mal me toquei . Eu era um homem realizado. Ela veio-se múltiplas vezes naquele caralho e ele, como estava de preservativo gozou sempre dentro dele. Depois ele perguntou se ela queria levar atrás também ao que ela imediatamente anuiu pedindo no entanto que não metesse tudo. Ele prometeu colocar só a cabecinha e eu passei gel no cuzinho da minha esposa…Rui foi colocando bem devagar. Ela ainda deu um gritinho quando a cabeça entrou e para minha surpresa e dela também, de seguida pediu para ele enfiar mais, mas bem devagarinho, pois ela estava a gostar. O Rui delicadamente foi enfiando até que os colhões começaram a bater na parte inferior da cona da minha esposa. Ela começou a delirar de gozo dizendo-me: “Olha o cu da tua mulher sendo comido por outro homem…..uiiiiiiiiiiiiii!!! Foderam-me toda na frente e agora também atrás……aiiii!!!uiiii!!! estou-me a vir toda querido…..uiiii!!!...que bommmmmmm….. Ela veio-se no meio de gemidos e gritos de prazer e eu vendo a cena esporrei-me também batendo punheta. O Rui veio-se mais uma vez dentro de outro preservativo. Depois chamámos um táxi para o Rui e despedimo-nos ali mesmo jurando seriedade e discrição. Minha esposa estava muito feliz e satisfeita e eu também. Agradeceu-me por ter um marido como eu e eu disse-lhe: “- Amor, nunca preciso de te trair, pois a nossa relação é óptima e aberta, não precisamos da traição”. Nunca mais voltámos a ver o Rui e depois disso já tivemos outras experiências com outros amigos e casais.


segunda-feira, 2 de novembro de 2009

sábado, 31 de outubro de 2009

Desejos ( Continuação )


Esses meus gemidos eram inéditos porque nunca senti nada tão forte, mas de repente veio-me ao pensamento uma ideia de te satisfazer por completo, tinhas-me dito que gostavas de foder com duas mulheres e juro que vai ser hoje e agora. Resolvi entao telefonar a uma amiga de confiança e sabia que ela alinhava nisso, tudo sem tu saberes, queria fazer-te uma surpresa.

Convidei-te a beber um drink comigo depois de tomarmos um banho, isto para dar tempo para a chegada da outra. Aceitaste fazer então um intervalo e depois de bem bebidos voltámos para o nosso quarto, eu vesti a minha melhor lingerie, aquela que tu mais gostas, tirei um vibrador duma gaveta e coloquei-o na cama para o caso de ser necessario.

Eis que ela chega, tu olhas para ela, para mim e apercebes-te imediatamente de toda a história, ficas radiante,olho para o teu caralho e parece que engrossa a cada segundo que passa, seguras nele com a tua mão para nós as duas o vermos bem e dizes em silencio:

- Vou comer-vos todas minhas putinhas.

Com um gesto de mão chamas-nos para a cama já desfeita da sessão anterior onde ainda se nota o cheiro do teu esperma e eu sabia que a minha amiga adorava isso, deitaste-te e nós duas partlhamos o teu caralho pelas bocas sedentas... deliraste, estavas todo babado e deste um beijo prolongado na outra enquanto eu continuava aquele broxe que tanto te satisfazia, nao me lembrava de ver um caralho assim tao duro e tão lambusado. Com a minha mão meti-o na cona da minha amiga para tu iniciares uma foda valente, ela apenas gemia e nao dizia nada, mas via-se nos olhos dela satisfação, começaste num vai e vem e eu adorava ver-te foder outra na minha presença. Como me dava tesão meu deus......para ti aquela era uma situação nova e não aguentaste tanto tempo sem te esporrares e dizendo:

- Ai tesãoooooooooooooooo, tesãoooooooooooooooooooooooooo

Tiras o caralho fora , tocas um pouco à puneta e vens-te fora da cona dela, uma cona como tu sempre quiseste ter, um clitóris bem grande, lábios enormes e grossos, por isso te vieste cá fora deixando-a coberta de leite, disseste para eu a chupar e eu obedeci com todo o prazer, comecei a lamber todo aquele leitinho e tu acariciavas-me as nádegas enquanto nós duas começámos em altos gemidos de prazer, voltaste a ficar todo teso........que caralho já tinhas de novo e pedi para me enrabares enquanto eu estava no chupanço e ela dizia que nunca tinha sido tao bem chupada, gemiamos os três agora , a tua foda no meu cú estava maravilhosa, sentia os teus colhões baterem-me como nunca,estávamos loucos de prazer,voltaste a esporrar-te enquando nós nos viemos também ao mesmo tempo.

as duas abrimos a boca para ti, ficámos com ela cheia e beijámo-nos intensamente enquanto tu continuavas a masturbar-te para que todo o esperma saísse.

CAÍMOS UNS POR CIMA DOS OUTROS DE CANSAÇO, e adormecemos.


Este texto assim como o outro é dedicado ao meu amor, a ti.............

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

A GLANDE














Escalar-te lábio a lábio,

percorrer-te: eis a cintura,

o lume breve entre as nádegas

e o ventre, o peito, o dorso,

descer aos flancos, enterrar

os olhos na pedra fresca

dos teus olhos,

entregar-me poro a poro

ao furor da tua boca,

esquecer a mão errante

na festa ou na fresta

aberta à doce penetração

das águas duras,

respirar como quem tropeça

no escuro, gritar

às portas da alegria,

da solidão,


porque é terrível

subir assim às hastes da loucura,

do fogo descer à neve,

abandonar-me agora

nas ervas ao orvalho

a glande leve.

(Eugénio de Andrade, n 1923, Portugal
in "Eros de Passagem - Poesia Erótica Contemporânea"
Selecção e Prefácio do autor, Campo das Letras, 1997)

A NOIVA


Eu te daria frescas flores de laranjeira
para uma grinalda na carapinha desfrisada.
Eu te daria um colar de missangas coloridas
para uma cruz de outra carne a fogo marcada
sobre o seio esquerdo ao rasgar da virgindade.
Eu te daria um trevo de quatro folhas verdes
para que te nascesse o primeiro filho varão.
Eu te daria se não fosses a noiva de todos
fazendo bandeira com uma capulana garrida
às nove da noite naquela rua de areia
suburbana. Uma rosa encarnada se desfolha
na fonte do teu corpo em cada lua nova como
se fosses a virgem noiva a quem eu daria
flores de laranjeira, um colar e um trevo
que te darei talvez para usares quando não
puderes ser noiva de todos fazendo bandeira
às nove horas da noite naquela rua de areia.

(Orlando Mendes, n 1916, Moçambique
in "Adeus de Gutucumbui", Editora Académica)

FIM DE SEMANA ALUCINANTE




Era Sábado, tarde chuvosa. O convite para irmos a um lugar calmo e aconchegante chegou-te com um beijinho nos lábios. Entrámos no carro e num minuto estávamos no motel, a tua timidez foi-se com os nossos carinhos e a tua curiosidade em conhecer outro homem era tão grande que eu apercebi-me disso enquanto carinhosamente tirava a tua roupa com calma e classe elogiando o teu corpo esguio e bem feito. Nem deste conta que estavas nua na cama e eu apenas de cueca, senti-me no paraíso nos teus braços e tu olhavas-me com desejo, pegavas-me de um jeito diferente, com tesão, com prazer, nunca me tinha sentido tão apalpado, e ao mesmo tempo eu ia-te dizendo no ouvido, o quanto eras linda sensual e gostosa, o quanto eu te queria comer, o quanto eu te desejava; tu rebolavas-te de sensualidade praze-rosa e aí parti para a acção dedicando uma atenção especial aos teus seios médios e durinhos, chupando-tos enquanto passava o meu dedo pelo teu grelinho e tu sem ninguém se dar conta, gemendo de tesão e prazer vieste-te assim na minha mão... Muito gostoso... Retirei a minha mão ensopada da tua baba vaginal e levei à minha boca, provando aquele néctar divinal….de seguida dei-te a prova num beijo prolon-gado que nos uniu em profundo linguado….
Desci então para a tua cona e pedi-te carinhosamente para abrires as pernas, sei que o teu tesão foi a mil, pois também sei como é gostoso para uma mulher ouvir um macho de verdade pedir-lhe para abrir as pernas. Mergulhei na tua gruta e chu-pei-te a rata tão deliciosamente e tão cadenciadamente que tenho a certeza que nunca foste assim chupada ao sentir-te gozar duas vezes na minha boca. Que divi-no prazer sentir os estertores do orgasmo feminino na boca do macho minetão.
Ajoelhei-me na tua frente e exibi o meu caralho lindo, moreno, grosso, maravilhoso, e lembrei-me que falaste coisas lindas sobre ele.
Aproximei-me, segurei delicadamente a tua cabeça e empurrei-a de encontro aquele cacetão lindo - "Vem cá minha querida, chupa-o, chupa". Acho que tomaste aquilo como uma ordem, pois caíste de boca naquele caralho e descobriste que era mais gostoso do que imaginavas, aquele cheiro de macho de caralho grosso e cabeçorra enorme, deixou-te louquinha. Senti que a tua boca conseguia agasalhar pouco mais de metade daquela delícia, cada gemido meu era um incentivo pra ti. Decidi fazer-te parar e delicadamente abri as tuas lindas pernas, senti-te a abrires-te toda pra mim e eu comecei a penetrar-te devagar, mas firme, sentiste uma dor gos-tosa, o meu caralho grosso e a tua cona não estavam acostumados a tanta fartura, continuei fodendo metendo cada vez mais e sei que sentiste a cabeça do meu cara-lho batendo de encontro ao teu útero, aí sei que te sentiste toda penetrada e preen-chida e vieste-te vieste-te vieste-te loucamente num prolongado orgasmo vaginal. Fiquei parado em cima de ti enquanto gozavas... Esperei que acalmasses e disse: "Agora vou te foder de verdade, hoje vais saber o que é um macho!". Sei que só falavas coisas lindas e dizias que te comesse, que querias ser fodida. Comecei novamente o vai e vem, a meter e tirar, e desta vez a foder-te com com força, com tesão, com gosto, senti a tua cona as tuas paredes internas e senti a foda como nunca senti senti que que sentias fêmea e a mulher mais gostosa do mundo - "Fode-me, fode-me amor ai! Ai! Ai! Ai! Ui! meu amor, vai, mete esse caralhão em mim, come-me, come-me..." - eu senti uma tontura e minha vista escureceu, senti um fogo subir pelo meu caralho e eu tive o meu primeiro orgasmo de verdade, comecei a gritar e chorar e rir, não estava entendendo nada, era um prazer inédito para mim e gemendo que nem um animal em cima de ti, eu senti um jorro quente que vinha a caminho. Retirei e comecei a bater punheta enquanto te soerguias e te sentavas na borda da cama para receberes a chuvada que estava para chegar. Só sei que me apercebi que te enchi a boca de esporra porque a vi saindo em borbotões e deslizando pela tua linda face….. que loucura…. Amamo-nos demais e sei que combinámos uma sessão igual para o próximo fim de semana.

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

EU DESEJO




Desejo sim que um dia eu seja como uma flor nas tuas mãos,quero matar todos os teus desejos, as tuas e as minhas fantasias,num ambiente propício ao desabrochar duma nova era, que será para mim como uma gota de orvalho numa noite serena de verão.
Adoro vestir para ti aquela lingerie que tanto gostas, esperar-te em casa com uma enorme sede de amor, tu chegas, olhas-me, desejas-me e levas-me ao colo para a cama, já nao pensamos nem no jantar, a fúria nasce ali e entrego-me por inteiro nos teus braços, puxo-te para mim e dispo-te com toda a calma necessária para para que te excites duma forma extrema, pego no teu caralho acariciando-o como se da primeira vez se tratasse, beijo os teus testículos e tu deliras e pedes para não parar e eu continuo a percorrê-lo todo com a minha lingua sentido que ele cresce ainda mais a cada movimento que faço, gememos os dois duma forma inacreditável, faço-te um broxe delicioso e já todo lambusado beijo-te na boca com uma grande intensidade e tu adoras sentir o paladar dele.
Deitas-me e também queres xupar-me toda e eu digo que sim, digo que sou tua para me possuires à tua maneira e inicias então um minete daqueles que levam qualquer mulher ao auge, e eu venho-me na tua boca em altos gemidos.........
............................Continua.....


COMO É BOM.................


Já pensou em preliminares de três ou quatro horas? Não é sobre-humano, se pensar que eles podem começar num jantar, seguido de uma sessão de cinema, um passeio a pé, uma boa conversa, um final de noite relaxante, a dois, onde o toque e as carícias são protagonistas. "Quando as pessoas aparecem na consulta por causa de uma disfunção sexual, os terapeutas aconselham uma redescoberta sensorial, uma forma do casal reaprender a estar junto sexualmente, mas de forma descontraída. Normalmente, até se proíbe o coito nos primeiros tempos", explica Marta Crawford. Esta reaprendizagem passa pelo uso das mãos para proporcionar prazer ao toque, pela insistência nas massagens sensuais, na estimulação de outras partes erógenas do corpo que não a área genital. "Há zonas erógenas que proporcionam mais prazer do que a penetração. Se ela é proibida, a pessoa sente-se mais descontraída no sexo porque já não vai ter que provar nada. Estas versões de descoberta sensorial tiram uma grande carga de ansiedade", observa a psicóloga. Isso obriga o casal a puxar pela cabeça, a prestar mais atenção ao carinho, a inventar novas formas de prazer. "As indicações que damos podem até parecer muito tecnicistas, mas as pessoas acabam por gostar imenso, porque redescobrem o prazer da época em que eram namorados."