

















Blogue de um casal apaixonado e que quer partilhar as suas paixões e fantasias
Estamos casados há 20 anos e eu e minha esposa sempre tivemos uma vida sexual normal como todos os casais. Acontece que minha esposa sempre teve alguma relutância em chupar o meu caralho, embora por vezes o faça de uma forma atabalhoada, sem jeito e como que a medo. Há uns tempos para cá que a fantasia de ver minha esposa fazer sexo com outro homem me enchia o pensamento. Sempre quis proporcionar-lhe mais prazer. Ela com sua educação rígida sempre me disse que não, que nunca iria foder com outro, pois eu já a satisfazia muito e ela não sentia essa necessidade. No entanto, permitia nas nossas sessões que eu a imaginasse (e até ela se imaginasse) sendo comida por outro homem.
Um belo dia convidei-a para irmos a um clube de Swing. Inicialmente recusou mas talvez por curiosidade a pouco e pouco acabou por ceder. Fomos num Sábado à noite e assim que entrámos, ela que é muito bonita, cheiinha e com um corpo muito sensual, logo despertou os olhares masculinos (e até femininos). Entrámos numa sala onde alguns casais faziam sexo e notei que um homem passou a mão nas coxas dela. Como reacção, quis sair dali dizendo-me que não estava a gostar da situação, sentindo-se incomodada. Insisti para que ficássemos mais um pouco e aproveitasse o momento. Ela foi relaxando e a visão dos casais que fodiam e gemiam foi-lhe dando tesão. Percebi que a sua respiração ficou mais ofegante e ela sem pensar virou o rosto para um homem aparentemente quarentão como nós que lhe estava metendo a mão por baixo da saia curta e justinha que realçava as belas pernas bem torneadas e deu-lhe um beijo como há muito tempo já não me dava a mim. Vendo-a assim, o meu caralho parecia que ia explodir dentro das calças. Voltámos à nossa mesa e comentámos o facto. Ela disse que estava com muito tesão e queria que aquele estranho a possuísse. Então chamei o Rui (nome fictício que irei dar a esse nosso amigo) à nossa mesa e disse-lhe o que pretendíamos. Saímos dali a caminho de nossa casa. Assim que chegámos, o Rui foi tomar um banho e logo de seguida minha esposa também foi. Tomaram banho juntos enquanto se beijavam e se roçavam. Eu masturbava-me olhando aquela cena maravilhosa. O que mais me impressionou foi o tamanho do caralho do Rui que em estado de repouso, era o dobro do meu!!! Depois do banho, Rui enxugou-a e ela a ele. Saíram da casa de banho em direcção à cama, ela passou do meu lado com um sorriso maroto, perguntando-me se eu permitiria aquilo sem ficar com ciúmes, e eu disse que este era o meu maior sonho sexual. O Rui olhou-me também e agradeceu-me dizendo: “- A tua mulher é muito sensual e muito linda e vai ter muito prazer hoje. Muito obrigado por me darem o privilégio de a poder possuir”. Chegados ao quarto, o Rui deitou-se de costas na cama e pediu a minha esposa que o chupasse. Qual não foi a minha surpresa ao vê-la atendê-lo prontamente, sem dizer nada, pegou naquele caralhão na mão e foi direccionando-o à sua boca dizendo: “- Isto sim é um caralho que dá prazer em chupar”. Naquele momento fiquei com mais tesão ainda, uma vez que ela estava com o pixotão de um estranho na boca e chupava-o com muita vontade e maestria. Dizia eu que o meu pau ela não gostava de chupar, mas aquele era irresistível e não tinha como negar. Em poucos minutos o margalho do meu amigo estava duro enorme e grosso e já quase não cabia na boca da minha mulher. Rui começou a gemer e a dizer que se vinha se ela continuasse aquele broche e daquela maneira. Ela continuou sem parar a chupar e a bater-lhe punheta e então causou-me outra surpresa. Deixou-o esporrar-se todo na boca dela e ainda ficou chupando aquele caralhão depois de se ter vindo. Chamou-me de seguida e disse gemendo de prazer: “Vem beijar-me, meu querido corno, era isto que queiras? Então beija-me esta boquinha toda esporrada”. Beijei-a sofregamente com aquele gosto de esporra escorrendo da sua boca. Entretanto Rui passava a língua na sua rata e ela ofegante sem resistir ia gemendo doces palavras: “Amor, esse cabrão chupa tão bem que estou quase a vir-me...”. De repente ela parou de me beijar e gritou para o meu amigo. “- Não pares agora, não pares que eu estou quase……..ai! ai! ai! ai! ai! ai! ai! ai! ai! Tão bommmmm…ui! ui! que me venho….
Caraaaaaaaaaalhooooooooo….que bommmmmmmmmm”. Recompôs-se deste tão prolongado orgasmo e em gritos e gemidos de prazer rogou-lhe que a penetrasse, mas queria que eu pegasse no caralho dele e o metesse na sua cona. Eu peguei então naquele caralhão e dirigi-o à porta da rata de minha esposa que até então tinha sido só minha. Comecei a pincelar a entrada massajando aquela grutinha molhadinha e ela pediu para o enfiar logo, pois não aguentava mais com desejo de conhecer o sabor daquela matraca. Então afastei-me e o Rui começou a enfiar a cabeça na cona da minha esposa. No início Ela pediu-lhe para meter devagar pois aquele pintão entrava nela como se ainda fosse virgem. Dali a alguns minutos ela estava com o caralho grosso de outro homem inteirinho dentro dela. Começou a gritar de gozo: “- Ai que delícia de caralho, que luxúria que me fode tão bem……foooodaaaaaaa-se caralhooooooooo, isso sim é que é um pinto de verdade…… Se eu soubesse que era tão bom e o que eu estava perdendo já tinha realizado este teu desejo há muito tempo”. Juro que me vim só de ver e ouvir aquilo tudo mal me toquei . Eu era um homem realizado. Ela veio-se múltiplas vezes naquele caralho e ele, como estava de preservativo gozou sempre dentro dele. Depois ele perguntou se ela queria levar atrás também ao que ela imediatamente anuiu pedindo no entanto que não metesse tudo. Ele prometeu colocar só a cabecinha e eu passei gel no cuzinho da minha esposa…Rui foi colocando bem devagar. Ela ainda deu um gritinho quando a cabeça entrou e para minha surpresa e dela também, de seguida pediu para ele enfiar mais, mas bem devagarinho, pois ela estava a gostar. O Rui delicadamente foi enfiando até que os colhões começaram a bater na parte inferior da cona da minha esposa. Ela começou a delirar de gozo dizendo-me: “Olha o cu da tua mulher sendo comido por outro homem…..uiiiiiiiiiiiiii!!! Foderam-me toda na frente e agora também atrás……aiiii!!!uiiii!!! estou-me a vir toda querido…..uiiii!!!...que bommmmmmm….. Ela veio-se no meio de gemidos e gritos de prazer e eu vendo a cena esporrei-me também batendo punheta. O Rui veio-se mais uma vez dentro de outro preservativo. Depois chamámos um táxi para o Rui e despedimo-nos ali mesmo jurando seriedade e discrição. Minha esposa estava muito feliz e satisfeita e eu também. Agradeceu-me por ter um marido como eu e eu disse-lhe: “- Amor, nunca preciso de te trair, pois a nossa relação é óptima e aberta, não precisamos da traição”. Nunca mais voltámos a ver o Rui e depois disso já tivemos outras experiências com outros amigos e casais.



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